domingo, 23 de abril de 2017

Creepypasta: O relógio bate meia noite

Certo dia, eu me levantei assustado de minha cama. Olhei para o relógio, meio que em um impulso. Os ponteiros marcavam exatas meia noite. Voltei-me a deitar, abraçando o travesseiro ao meu lado. Cobri-me imaginando que iria conseguir dormir novamente.

Outra vez eu acordei, olhei para o relógio, marcavam meia noite e um minuto. Repeti as mesmas coisas que fiz antes. Abracei o travesseiro e voltei a dormir.


Mas uma vez sou acordado aos sustos, olhei para o relógio, que marcavam meia noite e meia. Cansado disso eu me levantei. Fui ate a cozinha e peguei uma faca próxima à mesa. Retornei para o meu quarto e ascendi a luz. No canto direito próximo a janela estava o dono da casa na qual eu acabara de invadir, e por não me deixar dormir, decidi mata-lo agora mesmo cortando lhe a cabeça. 




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sábado, 15 de abril de 2017

Projeto Livro: Thay - A assassina

Prefácio



Como funciona a mente de um assassino? Como uma pessoa é capaz de tais atos de crueldade como matar outro ser humano a sangue frio? Mesmo nos dias atuais, somos incapazes de entender os pensamentos de um psicopata.

Tudo oque sabemos é que, embora sejam capazes de parecerem pessoas comuns, são incrivelmente engenhosos e incapazes de ter emoções. E tudo que sabem é matar. A partir do momento em que um desses seres te considera como uma provável vitima, pode ter a certeza de que você não passará daquela noite. Não vivo pelo menos.

Mas embora não saibamos como funcionar a mente de uma dessas pessoas, podemos afirmar como eles surgem. Definitivamente, uma criança não nasce com a intenção de matar outra pessoa. Assassinos são criados, muitas vezes por nós mesmos. E nem sabemos disso. Aos poucos, após maus-tratos, espancamentos, agressões e ate estupro. Esses jovens tornam-se os mais temidos e frios seres humanos. Podendo matar qualquer pessoa sem o menor remorso. Sua vida passa a ser resumida em sangue e morte. Muitas vezes um psicopata se espelha nos acontecimentos de sua infância. Fazendo de seus crimes uma breve e lamentável lembrança.

Vingando-se de outra pessoa pelos acontecimentos ruim que teve quando pequeno, culpando inocentes pelos erros daqueles que os criaram.

Mas não estamos aqui para falar de assassinos em geral. Mas sim de uma única assassina, tão fria quanto à neve e tão perversa quando a dor. Tinha tudo para ser uma pessoa normal, gentil e carinhosa. Se não fosse pelo desaparecimento de seu pai aos oito anos. Conviveu com sua mãe, que a maltratou durante anos. Quando completou dezesseis anos, ela percebeu que não queria mais sofrer. Cansou de apanhar, cansou de ser menosprezada. E em um dia chuvoso, sem dó ela assassinou a sangue frio sua mãe e sua irmã casula.

Logo depois ela fugiu, deixando seu passado para trás e caminhando em direção a seu futuro. A jovem garota de longos cabelos negros, pele branca e macia, olhos verdes e um longo vestido branco. Além de uma sede de sangue incontrolável. Seu nome é Thay.

Mas o maior desafio de Thay não era o mundo que a rodeava e a caçava como um animal, mais sim a sede de sangue que sentia a cada caminhar. Precisava matar, sua mente a obrigava.





O livro Thay é um possivel prejeto futuro, se você apoia compartilhe e ajude na divulgação. Conheça também meu novo livro, que já esta na pré-venda nas grande s livrarias online. Adquira seu exemplar aqui: 
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sábado, 25 de março de 2017

Uma super novidade. Confiram!

Fala pessoal que curte historias! Como estão? Hoje venho comunicar algo incrível. Esta semana, dia 21/03, terça feita, meu tao querido livro finalmente fui publicado e atualmente esta na pré venda com o lançamento previsto para o dia 20 de abril. 

Ficou curioso e quer adquirir um exemplar? Acesse um dos links abaixo para ser redirecionado para um das paginas onde o livro esta disponível:

Clube de Autoreshttps://goo.gl/O9nTgO

O livro também esta a venda no Google Play, Livraria Cultura, Apple e varias outras. Ele se encontra disponível nas versões Ebook (Epub) e impresso.

Na verdade esta foi a maior das minhas conquistas, e espero de coração de gostem do livro, pois se gostarem, se o livro for bem recebido por vocês leitores, estrei em breve lançando o segundo volume.

Então é isso, acessem lá e confiram. Ah, se você ja leu o livro, compartilhe sua opinião sobre ele nos comentários deste post (oque você achou, como ficou a historia, se merece uma continuação) Critica, avaliações e sugestões são bem vindas.

Sinopse do livro:
O livro conta a historia de um jovem, Hiroshi, que após jogar o milenar e antigo jogo das trevas, é brutalmente assassinado por sua própria alma e enviado para o inferno. O jogo das trevas separou por completo Hiroshi de sua alma, Higotsu, que se juntou a Lilith para por em prática o plano de tomar posse de toda a existência. A única esperança de impedir o fim está nas mãos de Kazuo e Emi, que juntos a Hiroshi enfrentarão monstros e demônios com o objetivo de impedir Lilith e unir novamente Hiroshi e sua alma para impedir o desequilíbrio e salvar a todos. É um livro de rápida leitura que inclui ação, aventura, terror, drama e suspense.



Um abraço e ate mais!

sexta-feira, 17 de março de 2017

Creepypasta: Meu novo boneco

Nícolas estava mexer em seu computador no seu quarto, quando suas atividades são interrompidas pelo choro de seu irmão casula que ficava no quarto ao lado. Nícolas, sendo o irmão mais velho, com doze anos, era o responsável por cuidar do pequeno Nick, de quatro anos enquanto seus pais ainda estavam trabalhando.

Certo dia, ao chegarem do trabalho, os pais do Nícolas estranharam, pois naquela noite, Nick estava em silencio. Eles entraram porta adentro no quarto do Nícolas, perguntando como ele havia feito seu irmão dormir, sendo que ele nunca fora capaz de tal façanha.


Nícolas se levantou da cadeira de onde estava a mexer e seu computador e caminhou ate um baú de brinquedos que possuía em seu quarto. Seus pais notaram que seus brinquedos estavam todos jogados pelo quarto. Nícolas então abriu o baú, deu um largo e alegre sorriso dizendo aos seus pais. “mamãe, papai, olhem meu novo boneco.” No baú estava o corpo sem vida de Nick, com um pano enrolado em seu pescoço. 



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sábado, 4 de março de 2017

Creepypasta: O vírus (+18) pt.4

MUITO SANGUE

Já é a segunda vez que sou forçado a ficar aqui, nesta sala branca vazia, sem ninguém. Apenas rodeado por paredes acolchoadas brancas e uma pequena janela refletora perto de onde deveria ser a porta.

Dizem que estou louco, mais sei que foi tudo culpa dele. Ou melhor, daquela coisa. Minha vida era um tédio, eu trabalhava 16 horas por dia entregando pizza. De segunda a segunda sem folga no fim do mês. Mais um dia, fui requisitado para fazer uma entrega em um bairro perigoso da periferia de São Paulo. Aparamente 1053 do decimo terceiro andar. Eu cheguei ate la, com a mesma cara de tedio de sempre. Sabe, aquela expressão que se faz quando você sabe que a sua vida ta uma merda e parece que nada vai melhorar.

Sai do elevador em um longo corredor com uma má iluminação. Caminhei ate o final, e uma porta me chamou a atenção. Estava entreaberta. Muito pouca iluminação vazava pelas gretas da porta, olhei o numero e para a minha surpresa era o lugar da minha entrega.

Parei em frente, sem a mínima vontade de dar uma espiadinha dentro. Bati três vezes na porta mais ninguém atendeu. Cada vez que eu batia, um gemido de animal vinha no funfo seguindo o compasso das minhas batidas na porta.

Como ultimo recurso eu resolvi entrar. Abri lentamente a barulhenta porta e mesmo antes de entrar vi um enorme rastro de sangue no chão que ia ate um dos cômodos. Meu coração começou a acelerar, mais minha curiosidade me fazia entrar cada vez mais fundo naquele abismo demoníaco.

E ao chegar ate o fim do rastro, encontrei um corpo. Completamente escalpelado, sem pelos, sem pele, apenas músculos e tendões expostos. Andei para trás sem conseguir emitir um ruído, mais acidentalmente acabei batei a porta contra a parede. foi quando aquela coisa se virou. Não estava morto, e não acho que era humano. Estava completamente pelada. Escorria sangue por entre os músculos e em algumas partes era possível ver os ossos.

Ela me encarou com um sorriso sangrento. E como um animal selvagem ela pulou encima de mim, protegi meu rosto com meus braços, ela então os abocanhou arrancando um bom pedaço de carne de mim. Corri ate a porta de saída gritando por ajuda. Mais não consegui chegar la. Ela me agarrou pelas costas cravando longas garras na minha coluna e me jogou contra uma das vigas de contenção.

Eu estava encurralado, do meu lado direito uma parede e um corredor sem saída, do meu lado esquerdo a vidraça do prédio que dava ate a calçada. Antes mesmo que eu conseguisse bolar uma estratégia ela saltou em mim abocanhando meu pescoço com toda sua fúria. Eu instintivamente a empurrei em direção a vidraça fazendo-a cair doze andares antes de ter o crânio esmagado pelo concreto do asfalto.

A policia chegou logo depois. Eu contei oque aconteceu mais eles não acreditaram, me chamaram de louco e após o julgamento vim para aqui, sem poder andar ou mexer meus braços livremente. Sendo vigiado 24 horas por dia por seguranças armados. Isso já tem quase seis meses.

Mais hoje algo diferente aconteceu, um pesquisador de uma famosa empresa veio me visitar, prometeu que me tiraria daqui se eu deixasse eles fazerem alguns exames comigo. Acho que finalmente vou embora. E eu espero nunca mais ver uma coisa como aquela novamente.



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Porque escrevo?

Queria eu conseguir escrever belos textos para que meus leitores pudessem apreciar oque mais gosto de fazer. Possuo um sonho tão distante, que ate já perdi o caminho por onde eu deveria ir. Talvez eu esteja proibido de sonhar, ou terá algo impedindo que meus sonhos se tornem realidade.

Pois é, aqui estou eu, vivendo parte do meu tão querido sonho, tornar-me um escritor e assim poder entreter a todos com minha historias. Sou fascinando por livros, aprecio o quão belo é criar um novo mundo, diferente de tudo que realmente conhecemos. Quem sabe se quiser morar em um castelo, rodeado por um vala cheio que crocodilo. Quem sabe sermos reis, governarmos países inteiros, sermos os maiorais.

Quem sabe nos dar o poder de voar pelos céus, entre as nuvens, rumo ao desconhecido. Viver altas aventuras pelas florestas, caçando tesouros e vencendo bandidos. E no final sempre ficarmos com a garota. É somente em sonho mesmo que essa arte tão bela se torna realidade.

Escrever para mim não é um trabalho qualquer, mais sim uma tarefa, pois com um lápis e papel nas mãos podemos criar universos inteiros sem nem mesmo precisarmos ser gênios. Apenas sonhadores, com a habilidade de dar asas à imaginação.

Se algum dia me perguntarem, “porque escrevo?” responderei com muito orgulho, porque gosto, porque amo. Minhas historias refletem diretamente quem eu sou. As vezes são tristes, as vezes alegres, as vezes assustadoras e outras aventureiras. Mais uma coisa é certo, escrever é a minha vida.




sábado, 4 de fevereiro de 2017

Creepypasta/conto: LUNA [introdução]

PRÓLOGO

Se algum dia da minha vida eu acreditei ser normal? Não, claro que não. Em que mundo alguém que pode saber tudo sobre uma pessoa apenas tocando-a ou que é capaz de manipular objetos pode ser considerada uma pessoa normal?

Mais eu não fui sempre assim. Desde pequena eu acreditava ser diferente dos outros, não que eu tivesse alguma deficiência ou habilidade paranormal. Eu apenas não tinha a aprecia perfeita que todas as outras garotas tinham. Pele branca, pálida como de alguém seriamente doente, porem, saudável como um touro, espinhas sobre a pele do rosto que sempre estava encoberto por um capuz de um moletom azul marinho largo que vivia agarrado a meu corpo, calças no lugar de saias, e um pequeno e confortável calçado, tênis de preferencia, nada que chamasse atenção. Pelo menos não que eu quisesse.

Essa era eu quatro anos atrás, e por coincidência ainda sou eu nos dias de hoje. Não tenho mais espinhas como naquele tempo, algo diferente que podemos considerar.

As coisas iam de mal a pior na cidade onde moro. Todos os dias ocorrências misteriosas são anunciadas na televisão, jornais e sites. Era acontecimentos como marcas estranhas pichadas no alto dos prédios públicos e monumentos históricos, assassinatos misteriosos, morte de animais sem sentido. Esses são os exemplos de coisas típicas que geralmente acontecem no meio urbano, onde existem muitas pessoas, prédios altos. Onde ninguém se conhece. Mas não em cidades pequenas como Riverside.

Aquelas coisas estavam realmente começando a virar esta pequena cidade do avesso. A cada dia tudo estava pior. Mais sabem oque realmente é estranho? Os acontecimentos começaram no dia em que eu cheguei a cidade. Seis meses atrás. 



Capitulo 1 em breve.